Hehe,

Porque a noite, é uma criança!

PERDI MEU AMOR




Perdi meu amor, em meio a tantas coisas que sempre julguei importantes

Perdi meu amor, em vastos campos de egoísmo.

Perdi meu amor, por tê-lo desprezado e negligente que sou tornei-me escravo de minha intolerância, me vi sozinho por opção e arredio por ignorância, pobre ser debilitado de energia e estéril de harmonia. Mártir de uma causa egoísta, celebre detentor de uma verdade tão exclusiva, quanto inexistente, fortes movimentos rumo ao nada nortearam minha investida pela vida, sempre cheio de desesperanças, forte aliado do pessimismo e servo, ainda que acomodado, de mim mesmo.

Perdi meu amor no momento que perdi o interesse, desisti de existir por puro revanchismo, travei lutas incessantes com meu eu, este, que sempre me foi estranho, fugi tantas vezes, e porque ficar? Afinal eu nunca estive, não me importo, não me interessa, afinal perdi meu amor, não é mesmo?

Perdi a vontade? Sim.

Perdi o desejo? Esse não.

Afinal não existe fruto ruim, nem terra infértil, não existem mentes sem pensamentos, não existem pessoas sem alma, e então vi que dentro dessa alma, a nobre alma humana, havia túneis infindos, verdadeiros labirintos que estendiam-se tão profundamente, que eu precisava voar em mágicos tapetes e percorrê-los, sem medo e sem pudor, e trazer a tona todo sentimento, fazer respirar, expor à luz.

Então a luz revelou em um canto deste labirinto, que é a alma humana, algo escondido, um ser? Um objeto? Não um sentimento ali estava. E uma voz saída de dentro da desconhecida e abandonada consciência, disse que ali estava o meu perdido amor, perdido não, abandonado sim, e veio-me a lucidez, e a percepção disse-me que na verdade ele nunca perdera-se, apenas foi aprisionado por mim mesmo, em uma masmorra de egoísmo e orgulho, mas mesmo na insanidade de submetê-lo a um injusto cárcere, deixei sob o tapete uma chave que servia perfeitamente as portas de meu coração, peguei-a, e ao abri-lo, lá estava Deus, lagrimas e sorrisos misturavam-se aos confusos pensamento e vozes assim como sonoras brisas, sopravam em meus ouvidos: foi bom ter achado a caminho de volta, mas se um dia por um acidente qualquer voltar a perder-se, voa pra dentro de ti outra vez, que aqui estarei, pois contido estou dentro de cada um, basta procurar.
 
(Ivan Vieira)

Tudo que escrevo é pensando em você
Tudo o que faço é para você
Tudo o que eu quero é você
Tudo, direta ou indiretamente
Tudo o que eu amo é você
Tudo o que eu amo vem de você
Tudo o que eu quero, preciso é você
Você, que me abandonou em corpo
Você, que permanece em pensamento
Você, que tras seu cheiro no vento
Você, que atormenta minhas lembranças
Você, que através do mais doce beijo, se foi...
Você, que tem gosto de morango e chocolate
Você, que tem gosto de amor
O gosto mais doce
O amor do início de primavera
Que perdura verão, outono, inverno...
E vive, intenso...
Dentro de nós,
Mesmo que a distância exista
Ainda poemos ter um ao outro...
Uma voz de criança, animal bonitinho, apelidos carinhosos...
Tudo o que precisamos para reaver este amor é a lembrança,
A lembrança, que é o maior tesouro que nós temos...
Isso tudo, é reflexo de nós dois...
De quem te tem, amor!

Eu sinto a minha pele, e sinto meus cabelos, sinto o meu corpo, eu não estou aqui!
Não estou dentro de mim da forma que deveria estar, há somente uma parte...
Faltam pedaços da minha essência, falta o que já foi completo no passado...
Há lágrimas em meus olhos, que escorrem como a queda de uma cachoeira, esta é minha queda!
Eu olho em volta, e não há nada que preencha este vazio!
Tudo bem, assumo, eu não sei lidar com perdas, e foi amor o que eu perdi, toda forma de amor, de amar!
Não há nada que preencha a essência que se foi, essência essa que levou consigo todas as partes que faltam em mim...
Eu sinto que nada é agora, como era antes...
Eu faço as mesmas coisas, vivo da mesma forma, mais nada é igual, nada é normal!
Tem uma pedra dentro de mim, uma pedra bem grande que preenche as partes que faltam, mais é duro, é muito duro ter que carregar esta pedra, o que antes era amor, se tornou rocha. Sólida solidão!
Se tornou vício tudo o que tinha, e agora é abstinencia.
Tudo sem sentido, eu me vejo em um mundo vazio, onde tudo é negro, e há uma luz em que me encontro, quando fecho os olhos é tudo que vejo, escuridão!
É diferente dessa vez, eu prometo que vou mudar se tudo voltar a ser como era antes, mais não existe mais algo que retome o antes na minha vida...
Que mesquinho, viver nesse mundo, você tem amor, amigos, felicidade e de repente você não tem nada!
De repente você não é nada!
É assim que funciona um amor que vai durar para sempre, nunca dura!

Instantes - José Luis Borges.

"Se eu pudesse novamente viver a minha vida,

na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito,
relaxaria mais, seria mais tolo do que tenho sido.

Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico. Correria mais riscos,
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvetes e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.


Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata
e profundamente cada minuto de sua vida;
claro que tive momentos de alegria.
Mas se eu pudesse voltar a viver trataria somente
de ter bons momentos.


Porque se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos;
não percam o agora.
Eu era um daqueles que nunca ia
a parte alguma sem um termômetro,
uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas e,
se voltasse a viver, viajaria mais leve.

Se eu pudesse voltar a viver,
começaria a andar descalço no começo da primavera
e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua,
contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e estou morrendo"



Doze dias antes de morrer, José Luis Borges escreveu este texto!
Reflita!
Pare de perder tempo!
A sua vida não é para sempre!



O enigma da matéria escura:
POR PATRIZIA CARAVEO E MARCO RONCADELLI
Para entender como e do que é feito o Universo, os astrônomos devem fazer cuidadosos recenseamentos dos objetos celestes procurando medir a sua distância e atribuir-lhes uma massa. Nessa tarefa são ajudados pela maravilhosa simplicidade das leis da física, que supomos serem aplicáveis a todo o Universo. As surpresas, por sorte, logo nos lembram que estamos muito longe de ter claras as idéias. Se pensarmos que o estudo do cosmo por meio da radioastronomia, óptica, raios X e gama possa nos fornecer um quadro completo do nosso Universo estaremos cometendo um erro grosseiro. Há décadas sabemos que a matéria luminosa - aquela que "vemos" porque emite radiação eletromagnética, ou seja, luz, ondas de rádio, raios X e gama - é apenas uma parcela insignificante de toda a matéria que exerce uma função gravitacional. Este é o famoso problema da "matéria escura", um dos desafios mais estimulantes da astrofísica atual.
Matéria escura é certamente um nome evocativo, uma vez que estamos falando de algo cuja natureza é desconhecida e de difícil detecção. Da mesma forma que os buracos negros, a matéria escura escapa às nossas observações diretas. Sabemos com certeza que existe somente porque vemos os seus efeitos sobre a matéria luminosa.
Assim, começamos por nos perguntar como é possível nos darmos conta da existência da matéria escura. A resposta não é unívoca, dado que são aplicadas metodologias diversas dependendo dos objetos a serem considerados.
A matéria escura é matéria que não emite luz e por isso não pode ser observada diretamente, mas cuja existência é inferida pela sua influência gravitacional na matéria luminosa, ou prevista por certas teorias. Por exemplo, os astrônomos acreditam que as regiões mais exteriores das galáxias, incluindo a Via Láctea, têm de possuir matéria escura devido às observações do movimento das estrelas. A Teoria Inflacionária do Universo prevê que o Universo tem uma densidade elevada, o que só pode ser verdade se existir matéria escura. Não se sabe ao certo o que constitui a matéria escura:
poderão ser partículas subatômicas,
buracos negros,
estrelas de muito baixa luminosidade,
ou mesmo uma combinação de vários destes ou outros objetos.
Rotação da Via Láctea é rápida demais para ser explicada sem a "energia escura"
Nasa
" Apesar dos esforços dos astrônomos, grande parte da matéria do Universo continua a escapar às suas observações. E não sabemos nem mesmo do que ela é feita."
Sabemos que apenas uma pequena fração da matéria do Universo é composta pelos elementos químicos de nossa experiência diária.
A maior parte consiste na assim chamada matéria escura, fundamentalmente exóticas partículas elementares que não interagem com a luz.
Durante os últimos anos, as observações convenceram os cosmólogos de que os elementos químicos da matéria escura constituíam, combinados, menos da metade do conteúdo do Universo. A maior parte é formada por uma onipresente "energia escura”, dotada de uma estranha e notável característica: sua gravidade não atrai, mas repele. Enquanto a gravidade atrai a matéria convencional, repele a energia escura para uma nevoa quase uniforme que portaria o espaço.
(Revista SCIENTIFIC AMERICAN - Brasil - Ediçao Especial - N° 1, página 45.)

Não há o vácuo. O que te parece vazio está ocupado por matéria que te escapa aos sentidos e aos instrumentos.
Desde a década de 1930, fala-se de matéria escura no universo. Em aglomerados de galáxias e halos de galáxias, deve haver cerca de dez vezes mais matéria do que aquela visível na forma de estrelas e gás. Uma complicação é que essa matéria escura não pode ser predominantemente bariônica, a matéria ordinária dos nossos corpos e das estrelas. Os nêutrons e prótons, que compõem os núcleos atômicos, são bárions. Desde a década de 1930, fala-se de matéria escura no universo. Em aglomerados de galáxias e halos de galáxias, deve haver cerca de dez vezes mais matéria do que aquela visível na forma de estrelas e gás. Uma complicação é que essa matéria escura não pode ser predominantemente bariônica, a matéria ordinária dos nossos corpos e das estrelas. Os nêutrons e prótons, que compõem os núcleos atômicos, são bárions. Mas os estudos da formação de núcleos após o Big Bang fixam o total de matéria bariônica em menos de 5% de densidade crítica, que é a densidade de energia necessária para que o universo tenha uma geometria plana.

MATÉRIA ESCURA
Ninguém consegue vê-la, senti-la, ou mesmo saber o que é. Mas sem a misteriosa substância chamada matéria escura, as galáxias se fragmentariam. Uma simulação feita em computador por John Dubinski, um astrofísico da Universidade de Toronto, representa a matéria escura como uma enorme rede de filamentos espalhada pelo espaço, mostrada em branco acima. Segundo os cálculos de Dubinski e outros astrofísicos, o universo visível – estrelas e galáxias – é uma mera farpa do que há lá fora. A matéria escura é uma partícula grande sem carga elétrica; sua única marca é sua força gravitacional. Os especialistas calculam que os experimentos dos próximos dez anos conseguirão finalmente isolar partículas da matéria escura e desvendar o maior mistério do universo.
A supersimetria é uma explicação atraente para a matéria escura porque ela postula uma nova família inteira de partículas - uma "superparceira" para cada partícula elementar conhecida. Essa novas partículas são todas mais pesadas que as conhecidas.
Teoria de supersimetria predizem que o neutralino interagirá por meio de uma força maior que a gravitação: a força nuclear fraca.
(Revista SCIENTIFIC AMERICAN - Brasil - ANO 1 - N° 11 - Abril de 2003)

Durante 70 anos, os astrônomos vêm reunindo evidência circunstancial sobre a matéria escura, e quase todo o mundo aceita que ela é real. Mas evidências circunstancial não satisfaz. A busca de partículas de matéria escura está entre os mais difíceis experimentos já tentados na física.
A principal dificuldade não é mais a sensibilidade de detecção, mas a impureza do detector. Todos os materiais na Terra, incluindo o metal com o qual o detector é construído, contêm traços de material radioativo como urânio e tório. O decaimento deste material produz partículas que têm registro muito similar ao que se espera da matéria escura. Para identificarem quaisquer partículas de matéria escura com algum grau de confiabilidade, os pesquisadores precisam reduzir esses sinais de fundo por um milhão de vezes.
A busca de partículas de energia escura é ainda mais intratável, e tem sido posta de lado, pelo menos por enquanto.
(Revista SCIENTIFIC AMERICAN - Brasil - ANO 1 - N° 11 - Abril de 2003)

O Grande Colisor de Hádrons (LHC, em inglês), que está quase concluído — numa área circular entre cidadezinhas do interior, a poucos quilômetros de Genebra, na Suíça—, vai investigar a física nas distâncias mais curtas (menor que um nanometro) e as mais altas energias já testadas. Por mais de uma década os físicos de partículas esperam ansiosamente por uma oportunidade de explorar esses domínios, às vezes chamado de tera-escala, devido à faixa de energia que envolvem: 1 trilhão de elétrons-volts, ou 1 TeV. Espera-se que ocorra uma ampliação significativa das fronteiras da física nessas energias, como a ardilosa partícula Higgs (que se acredita ser a responsável por dotar outras partículas de massa), a partícula que forma a matéria escura, substância que representa a maior parte da matéria do Universo.
O que nos espera no território da tera-escala? Ninguém sabe. Mas...
fenômenos completamente novos certamente estão a ponto de se manifestar.
Os cientistas esperam encontrar partículas idealizadas há muito e que poderiam ampliar nossa compreensão sobre a natureza da matéria.
Descobertas mais estranhas, como os indícios de dimensões adicionais também podem se mostrar.
Os físicos estão planejando uma máquina que pretende substituir e complementar o LHC em uma década, aumentando a precisão dos mapas rudimentares que serão decifrados a partir dos dados do LHC.
No fim dessa “jornada” rumo à tera-escala, e além dela, saberemos pela primeira vez do que somos feitos e como tudo se passa no lugar que habitamos temporariamente.
(Revista SCIENTIFIC AMERICAN - Brasil - ANO 6 - N° 70 - Março de 2008 - páginas 48/49)


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção. Pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e neste momento houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante e os olhos encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente divino: o amor.
Se um dia tiver que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.
Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer momento de sua vida.
Se você conseguir em pensamento sentir o cheiro da pessoa como se ela estivesse ali do seu lado... se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos emaranhados...
Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que está marcado para a noite... se você não consegue imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...
Se você tiver a certeza que vai ver a pessoa envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela... se você preferir morrer antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida. É uma dádiva.
Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro. Ou às vezes encontram e por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer verdadeiramente.
É o livre-arbítrio. Por isso preste atenção nos sinais, não deixe que as loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor.

(O amor - Carlos Drummond de Andrade)

As vezes todos acham que pessoas como eu não tem sentimentos, pois estão muito enganados, tenho mais sentimentos do que eu mesma posso suprir, as vezes me pego surpresa com minha capacidade de sentir afeto pelo próximo, daria minha vida pela de outra pessoa.
Mais e o amor? Como definir o amor para uma "pessoa como eu"?
A pouco tempo eu amei, amei profundamente, um amor incopetente que só me trouxe ardor no peito, peito esse fuzilado e desesperado que jamais se curou, amor esse que me trouxe felicidade e desespero, que me deixou amargurada por muito tempo, que me segurou nos braços de um fantasma, não do passado, mais sim do presente, amei com o mais puro e profundo sentimento, amei como, literalmente, ninguém ama. Amei com amor ao próximo e não a mim! O que não sei se foi bom, pois quando o amor do outro acabou eu continuei amando, não a mim, mais ao próximo!
Logo eu, que sempre achei que nada passava de amor, aprendi a viver sem meu combustível, minha dose diaria de amor. Aprendi que nem tudo é movido a amor, e que mesmo que sofra, eu ainda teria que passar por essa provação mais vezes e sentir na pele uma coisa diferente, não amor, pois ainda que tenha sofrido e me machucado, eu acredito que amor é um só, mais teria de provar de novo a paixão, bandida a paixão que toma nosso peito como uma droga, ópio, heroina, extase... Paixão que domina todos nós que acaba nos transformando em robôs dominados por um imã ainda maior, e nos atrai, e nos leva a um precipicio de desastres cabulosos... muito maior que todos nós. E lá nos atira como lata velha pronta para ser descartada! E nos descarta!
E tudo acaba no mais vagabundo pó de nossa existencia, e como o ópio, nos joga no fundo do poço!
E é o fim de toda e qualquer felicidade!
Assim como o amor nos apóia em momentos de alegria, ele nos abandona em momentos de tristeza, é um ciclo vicioso, que acaba com a verdade e a esperança que existe dentro de todos nós!


Meu nome é Mariana de Oliveira Lima, e como muitos eu já sofri por amor, hoje eu esperimento o sorriso, que é melhor que qualquer amor exacerbado!





ROMASI
(Rogério Martins Simões)
Será que na vida não vive

Quem na vida já viveu?

Ou será que terá vida

Quem nesta vida sofreu?

Eu que morri e que vivo

Dentro do mundo que passou:

Nos versos que não morrerão,

Após rasgar a vida,

Irão lembrar quem chorou

E esta vida não viveu.

1971